TÍTULO ORIGINAL                                  (Em Desenvolvimento)
A Máscara de Jurupari

GÊNERO
Documentário – aprox. 80 minutos – Brasil 

 

FORMATO
HD/ Cor

 

DIRETOR 
Kitu Lobo

 

PRODUTORA

Alelo Filmes

 

CONSULTORIA

Renato Athias, PHD 

 

 

 

 

 

 

SINOPSE
Século XVIII.  Amazônia. Brasil. Sem sucesso em sua tentativa de catequizar a tribo indígena, Tariana, um padre franciscano decide profanar um artefato usado em um dos rituais dessa aldeia, a Máscara de Jurupari: mostra-a a todas as mulheres da tribo, o que, na tradição deste povo, era expressamente proibido, sob pena de morte a quem do sexo feminino ousasse querer olhá-la.  Os índios, irados com o religioso, expulsam-no de suas terras. Mas o que não contavam era que, além de ter profanado, o padre havia também roubado a máscara.


Século XXI. Amazônia. Brasil. Há mais de 3 séculos, essa mesma tribo luta por reaver a Máscara de Jurupari, já que atribui todo o agouro que paira sobre eles à não-destruição do artefato (a bonança, de acordo com os Tarianas, só os alcança com o ritual completo – que termina com a destruição da máscara). O grande problema: a Máscara de Jurupari figura entre o acervo histórico do Museu de Roma. Os índios a querem de volta, o museu não pretende devolve-la.